Assim como eu, que trabalho há quase 20 anos com Educação, você também já percebeu que a escola mudou, os alunos mudaram, a sociedade mudou, as redes sociais e as mídias digitais chegaram com tudo… E precisamos nos atualizar…
Essas mudanças provocaram uma série de novos desafios para a escola e para os adolescentes desta geração.
Hoje, ensinar não significa apenas transmitir conteúdos e preparar os estudantes para avaliações. A escola precisa ajudá-los a aprender, conviver, fazer escolhas, utilizar tecnologias com responsabilidade, desenvolver autonomia, respeitar diferenças e construir caminhos para o futuro.
O novo Plano Nacional de Educação (PNE) 2026–2036, aprovado pela Lei nº 15.388, de 14 de abril de 2026, reforça justamente essa visão mais ampla.
Entre as diretrizes do novo PNE estão a centralidade do direito à educação, da qualidade, da equidade, da inclusão e da aprendizagem, considerando as necessidades dos estudantes. O plano também estabelece como objetivo uma formação humanística, profissional, cultural, científica, tecnológica, crítica, criativa e cidadã.
Isso abre uma pergunta importante para escolas, professores e famílias:
Quais temas precisamos trabalhar com os adolescentes para prepará-los para os desafios do presente e do futuro? A resposta não está em uma única disciplina.
Ela está em uma formação que considere o adolescente como estudante, cidadão, pessoa em desenvolvimento e futuro profissional, um ser que constrói e faz história.
Por isso, vou apresentar 10 temas que podem ser trabalhados com adolescentes e que dialogam diretamente com as prioridades do novo PNE.

Fonte: Banco de Imagens do Canva.
1. 🌱 Projeto de Vida e Futuro
Esse é um dos temas que mais gosto de falar, afinal, o adolescente precisa saber o motivo de ir à escola, precisa saber que não é só dormir, acordar, ficar nas redes sociais, ele precisa ter um motivo maior, um propósito, algo para sonhar, acreditar e agir…
E Se existe um tema que ganhou ainda mais força no novo PNE, é justamente esse: Projeto de Vida.
Na Estratégia 5.2, o plano prevê práticas pedagógicas no ensino médio que considerem as necessidades e expectativas de desenvolvimento dos estudantes e que os auxiliem na construção de seus projetos de vida, relacionando essa formação à continuidade dos estudos, à educação profissional e tecnológica e ao ingresso no mundo do trabalho.
Mas Projeto de Vida não deve ser confundido simplesmente com:
“Qual profissão você quer ter?”
É muito mais amplo.
O adolescente pode ser convidado a refletir sobre temas importantes:
- quem ele é, fortalecendo a sua identidade;
- seus interesses, redescobrindo o que ele gosta de fazer;
- suas habilidades, percebendo no que ele realmente é bom;
- como melhorar suas relações com as pessoas e gerir suas emoções;
- como decidir com maior assertividade;
- como melhorar nos estudos e projetar um futuro profissional;
- como alcançar os seus sonhos…
💡 O que trabalhar na prática?
Uma sequência de atividades pode envolver:
Quem sou eu? → O que gosto? → No que sou bom? → O que preciso desenvolver? → Que possibilidades existem? → Que futuro imagino? → Qual será meu próximo passo?
Projeto de Vida, portanto, pode ser uma verdadeira jornada de autoconhecimento, planejamento e protagonismo.
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“Que pessoa estou me tornando e que futuro quero começar a construir?”

Fonte: Banco de Imagens do Canva.
2. Cidadania Digital
Um outro tema que ganhou mais espaço no PNE foi justamente a questão da educação digital, estrutura, orientação e segurança.
O adolescente atual vive parte importante de suas relações no ambiente digital. Por isso, educação digital não pode significar apenas ensinar a utilizar computadores ou aplicativos.
O novo PNE estabelece um objetivo específico para a educação digital, incluindo pensamento computacional, mundo digital e cultura digital, com uso seguro, responsável, ético, crítico e criativo das tecnologias.
Isso significa que o estudante precisa aprender não apenas a usar tecnologia, mas a utilizá-la de maneira consciente.
Entre os assuntos que podem ser trabalhados com os adolescentes, destaca-se:
- identidade digital;
- privacidade;
- proteção de dados;
- exposição nas redes;
- reputação digital;
- informações falsas/ Fake News;
- pensamento crítico;
- comunicação online;
- ética digital;
- equilíbrio no uso das tecnologias;
- responsabilidade nas redes;
- jogos online;
- uso da IA.
O PNE também prevê parceria entre escola e família para promover o uso seguro, responsável, ético, crítico, criativo e equilibrado das tecnologias e prevenir efeitos adversos do uso excessivo.
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“Que tipo de pessoa eu sou também quando estou atrás de uma tela?”

Fonte: Banco de Imagens do Canva.
3. Bullying e Ciberbullying
O PNE também trouxe destaque para estas duas palavras que ganharam força nos últimos anos bullying e ciberbullying. Destacando que a convivência escolar é outro tema que merece atenção.
O novo PNE estabelece a redução progressiva da violência no ambiente escolar e inclui expressamente as ocorrências de intimidação sistemática (bullying).
O ambiente digital amplia esse desafio. Uma situação de conflito pode começar na escola e continuar nas redes, grupos de mensagens ou outros ambientes virtuais.
Por isso, trabalhar prevenção significa desenvolver habilidades para:
- reconhecer situações de violência;
- respeitar limites;
- lidar com diferenças;
- pedir ajuda;
- intervir de maneira adequada;
- desenvolver empatia;
- resolver conflitos;
- agir com responsabilidade no ambiente digital.
É importante ensinar também:
Brincadeira não é desculpa para humilhar alguém.
Nem toda brincadeira é saudável.
Opinião não dá direito de ofender.
Estar atrás de uma tela não elimina a responsabilidade pelo que fazemos.
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“O que posso fazer quando percebo que alguém está sendo desrespeitado?”
4. 🤖 Inteligência Artificial e o futuro
A inteligência artificial já faz parte da realidade de muitos estudantes.
E o desafio da escola não é simplesmente proibir ou permitir o uso de IA. É ensinar o adolescente a compreender suas possibilidades e seus limites.
O novo PNE determina que, em até dois anos, o Conselho Nacional de Educação deverá estabelecer diretrizes nacionais para adoção e uso de plataformas educacionais digitais e inteligência artificial na educação, considerando fins pedagógicos, transparência e proteção de dados.
Isso mostra que a discussão sobre IA está entrando definitivamente na agenda educacional.
O adolescente pode aprender:
- o que é inteligência artificial;
- como ela funciona de maneira básica;
- como fazer perguntas melhores;
- como utilizá-la para aprender;
- como conferir informações;
- autoria e responsabilidade;
- ética;
- privacidade;
- pensamento crítico;
- criatividade;
- profissões e IA.
A pergunta não deveria ser apenas:
“Posso usar IA?”
Mas:
“Como posso usar IA sem deixar de pensar por mim mesmo?”
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“Se a tecnologia pode me ajudar a pensar, o que nunca devo deixar de pensar por mim mesmo?”
5. 🧠 Inteligência Emocional e Autonomia
O desenvolvimento acadêmico é importante, mas o adolescente também precisa desenvolver recursos para lidar com escolhas, relações, desafios e frustrações.
Trabalhar inteligência emocional na escola pode ajudar o estudante a desenvolver:
- identificação das emoções;
- comunicação;
- autoconsciência;
- autorregulação;
- empatia;
- tomada de decisão;
- resolução de conflitos;
- autonomia.
Isso dialoga com a concepção de formação humanística, crítica, criativa e cidadã presente nos objetivos gerais do PNE 2026.
É importante, porém, que a escola não transforme atividades socioemocionais em tratamento psicológico.
O objetivo educacional é desenvolver competências para a vida escolar, social e cidadã, reconhecendo também quando o estudante precisa de apoio especializado.
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“O que minhas emoções estão tentando me ensinar sobre minhas escolhas?”

Fonte: Banco de Imagens do Canva.
6. Convivência, diversidade e cultura de paz
Uma escola de qualidade também precisa ser um espaço de convivência.
O novo PNE estabelece entre suas diretrizes a superação das desigualdades educacionais e de formas de preconceito e discriminação, além de fortalecer cidadania e gestão democrática.
Isso permite trabalhar com os adolescentes temas como:
- respeito às diferenças;
- empatia;
- comunicação;
- cooperação;
- preconceito;
- discriminação;
- direitos;
- responsabilidade;
- participação;
- resolução de conflitos;
- cultura de paz.
Não basta dizer ao adolescente:
“Respeite as diferenças.”
É preciso criar situações em que ele possa pensar, dialogar e praticar o respeito.
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“Como minhas atitudes podem tornar o ambiente em que vivo melhor para outras pessoas?”

Fonte: Banco de Imagens do Canva.
7. Aprender a Aprender
Outro tema que merece espaço é o próprio processo de aprendizagem.
O novo PNE estabelece metas relacionadas à aprendizagem dos estudantes e prevê acompanhamento de resultados e redução das desigualdades de aprendizagem.
Isso significa que o estudante também precisa ser ajudado a compreender: como ele aprende.
Podem ser trabalhados:
- organização dos estudos;
- planejamento;
- definição de metas;
- estratégias de aprendizagem;
- concentração;
- revisão;
- leitura;
- pesquisa;
- acompanhamento do próprio progresso;
- autonomia.
O adolescente precisa sair da posição de:
“O professor precisa me ensinar.”
e avançar gradualmente para:
“Eu também sou responsável pelo meu processo de aprendizagem.”
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“O que posso mudar na minha forma de estudar para aprender melhor?”

Fonte: Banco de Imagens do Canva.
8. Educação Financeira e Mundo do Trabalho
Falar sobre futuro também significa falar sobre dinheiro, trabalho, escolhas e responsabilidade. E por muito tempo o tema dinheiro ficou fora do ambiente escolar, talvez este seja o motivo do Brasil ser um dos países mais endividados do mundo.
A educação financeira pode ajudar o adolescente a compreender:
- necessidade e desejo;
- consumo;
- planejamento;
- orçamento;
- metas;
- escolhas;
- publicidade;
- empreendedorismo;
- trabalho;
- renda;
- futuro.
O novo PNE aproxima a formação dos jovens da educação profissional, da empregabilidade, da orientação profissional e do desenvolvimento dos projetos de vida.
Isso permite trabalhar educação financeira não apenas como matemática, mas como parte da formação para a vida.
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“Que escolhas financeiras de hoje podem influenciar meu futuro?”

Fonte: Banco de Imagens do Canva.
9. Inclusão e respeito às diferenças
Uma educação de qualidade precisa garantir não apenas acesso, mas participação, permanência e aprendizagem.
O novo PNE estabelece um objetivo específico para a Educação Especial Inclusiva e a Educação Bilíngue de Surdos, buscando garantir acesso, permanência e aprendizagem, além da ampliação do Atendimento Educacional Especializado (AEE).
Para os adolescentes, isso significa também aprender sobre inclusão.
Podem ser trabalhados temas como:
- acessibilidade;
- barreiras;
- inclusão;
- deficiência;
- diferenças;
- empatia;
- participação;
- respeito;
- tecnologia assistiva;
- convivência.
É importante sair de uma visão de:
“ajudar o colega diferente”
para uma compreensão mais ampla:
“Como podemos construir ambientes em que todas as pessoas possam participar?”
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“Que barreiras existem para algumas pessoas participarem e o que podemos fazer para reduzi-las?”

Fonte: Banco de Imagens do Canva.
10. Orientação Profissional e Escolhas de Carreira
Por último, mas não menos importante, está a preparação para o futuro profissional.
A orientação profissional pode ajudar o adolescente a conhecer:
- interesses;
- habilidades;
- valores;
- áreas de atuação;
- profissões;
- cursos;
- formação técnica;
- ensino superior;
- empreendedorismo;
- novas profissões;
- mudanças provocadas pela tecnologia.
O novo PNE relaciona a formação dos jovens à continuidade dos estudos, à educação profissional e tecnológica e ao ingresso no mundo do trabalho. Também prevê estratégias relacionadas à orientação profissional, empreendedorismo e desenvolvimento dos projetos de vida.
Mas existe um cuidado importante: orientação profissional não deve obrigar o adolescente a decidir sua profissão aos 14 ou 15 anos.
O objetivo é ampliar repertório e ajudar o estudante a tomar decisões mais conscientes. Aqui gosto inclusive de sugerir testes ou estudos sobre os Perfis Comportamentais e Temperamentos que pode ajudar o adolescente a perceber qual profissão ele possui maior afinidade.
🎯 Pergunta para os adolescentes:
“Quais caminhos profissionais eu ainda não conheço?”
Os 10 temas não precisam ficar separados
Uma das maiores possibilidades está justamente em conectar os temas.
Imagine, por exemplo, uma sequência pedagógica:
Projeto de Vida
↓
Quem sou eu?
Inteligência Emocional
↓
Como lido com o que sinto?
Cidadania Digital
↓
Como me comporto no mundo digital?
Convivência
↓
Como me relaciono com outras pessoas?
Aprender a Aprender
↓
Como desenvolvo minhas capacidades?
Educação Financeira
↓
Como faço escolhas para meu futuro?
Orientação Profissional
↓
Quais caminhos existem?
Inteligência Artificial
↓
Como o mundo está mudando?
Inclusão
↓
Como construímos um futuro para todos?
Ação
↓
Qual será meu próximo passo?
Isso transforma os temas em uma verdadeira jornada de desenvolvimento do adolescente.
Como trabalhar esses temas na escola?
Não é necessário transformar cada assunto em uma disciplina.
Eles podem aparecer por meio de:
- projetos interdisciplinares;
- rodas de conversa;
- oficinas;
- atividades individuais;
- dinâmicas;
- estudos de caso;
- produção de textos;
- debates;
- projetos coletivos;
- campanhas;
- desafios;
- atividades com a família.
O próprio PNE prevê práticas pedagógicas interdisciplinares no ensino médio, considerando as necessidades e expectativas dos estudantes e auxiliando-os na construção de seus projetos de vida.
O papel do professor também muda
Para trabalhar esses temas, o professor não precisa ser especialista em tudo.
Ele precisa ter bons recursos pedagógicos, orientação e formação.
O novo PNE prevê formação inicial e continuada para professores relacionada à integração segura, responsável, ética, crítica e criativa das tecnologias e à educação digital.
Isso abre espaço para uma escola que ofereça aos profissionais:
material + formação + orientação + acompanhamento.
E essa combinação pode fazer muita diferença na implementação das propostas.
E a família?
A educação do adolescente não acontece apenas dentro da escola. Ela é um conjunto FAMÍLIA + ESCOLA.
Especialmente quando falamos de:
- tecnologia;
- redes sociais;
- escolhas;
- dinheiro;
- futuro;
- emoções;
- convivência.
O PNE 2026 prevê inclusive o fortalecimento da parceria entre escola e famílias para o uso seguro, responsável, ético, crítico, criativo e equilibrado das tecnologias digitais. Por isso, algumas atividades podem terminar com uma pergunta para levar para casa.
Por exemplo:
“Pergunte a alguém da sua família qual escolha mudou sua vida.”
Ou:
“Converse com sua família sobre uma profissão que existia quando eles eram adolescentes e como ela mudou.”
A aprendizagem continua fora da sala.
Uma escola preparada para o futuro precisa olhar para o adolescente por inteiro
Os 10 temas apresentados aqui não são uma lista aleatória de assuntos.
Eles representam diferentes dimensões da formação que o adolescente precisa construir.
Ele precisa aprender.
Precisa conviver.
Precisa desenvolver autonomia.
Precisa compreender o mundo digital.
Precisa reconhecer suas emoções.
Precisa respeitar diferenças.
Precisa fazer escolhas.
Precisa conhecer possibilidades profissionais.
Precisa pensar sobre dinheiro e futuro.
E precisa construir seu Projeto de Vida.
O novo PNE reforça essa perspectiva ao colocar qualidade, equidade, inclusão e aprendizagem no centro da política educacional e ao defender uma formação humanística, profissional, cultural, científica, tecnológica, crítica, criativa e cidadã.
Um convite para começar
Você não precisa trabalhar os dez temas de uma vez.
Pode começar por aquele que responde a uma necessidade que sua escola já identificou.
Há muitos conflitos?
Comece por bullying, ciberbullying e convivência.
Os estudantes estão fazendo uso intenso das redes?
Comece por cidadania digital.
Os adolescentes estão inseguros sobre o futuro?
Comece por Projeto de Vida e orientação profissional.
A escola está incorporando novas tecnologias?
Comece por educação digital e inteligência artificial.
Existem desafios relacionados à inclusão?
Comece por acessibilidade, respeito e participação.
O importante é transformar o tema em experiência de aprendizagem.
Perguntas frequentes
Quais são os principais temas para trabalhar com adolescentes segundo o novo PNE?
Entre os temas que dialogam diretamente com as prioridades do PNE 2026 estão Projeto de Vida, educação digital, cidadania digital, bullying, ciberbullying, inclusão, aprendizagem, formação para o mundo do trabalho e desenvolvimento integral.
O novo PNE fala sobre bullying e ciberbullying?
O PNE estabelece a redução progressiva da violência no ambiente escolar e inclui expressamente as ocorrências de bullying entre os indicadores considerados. Também prevê estratégias relacionadas à cultura de paz e prevenção da violência.
O PNE fala sobre educação digital?
Sim. O Objetivo 7 é dedicado à educação digital e à integração das tecnologias digitais à educação, incluindo pensamento computacional, mundo digital e cultura digital.
Projeto de Vida está no novo PNE?
Sim. A Estratégia 5.2 prevê práticas pedagógicas no ensino médio que auxiliem os estudantes na construção de seus projetos de vida e relaciona esse processo à continuidade dos estudos, educação profissional e mundo do trabalho.
A escola precisa trabalhar esses dez temas como disciplinas?
Não necessariamente. Os temas podem ser desenvolvidos de forma interdisciplinar, por meio de projetos, atividades, oficinas e outras estratégias pedagógicas adequadas à realidade de cada rede e escola.
Conclusão
O adolescente não é apenas alguém que precisa passar de ano.
É alguém que está construindo identidade, relações, conhecimentos, escolhas e possibilidades de futuro. Por isso, uma educação alinhada aos desafios atuais precisa ajudá-lo a desenvolver muito mais do que conteúdos acadêmicos.
Precisa ajudá-lo a: aprender, pensar, sentir, conviver, escolher, criar e projetar.
E talvez seja justamente aí que esteja uma das maiores contribuições do novo PNE:
lembrar que qualidade educacional também significa preparar o estudante para participar da própria construção de seu futuro.
Conheça nossos materiais de Projeto de Vida, acessando nosso site: Nossos Materiais – Materiais Completos! Luzia Oliveira – Oficina Projeto de Vida Teen – Luzia Oliveira